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SP: PM proíbe quaisquer tipos de armas em atos de 7 de setembro

Polícia Militar afirmou que está proibido levar para a manifestação armas de fogo e qualquer outro tipo de armamento - Divulgação
Polícia Militar afirmou que está proibido levar para a manifestação armas de fogo e qualquer outro tipo de armamento Imagem: Divulgação

Leonardo Martins

Do UOL, em São Paulo

31/08/2021 13h16Atualizada em 31/08/2021 13h59

Em reunião com manifestantes a favor e contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que realizarão atos no dia 7 de setembro, a Polícia Militar de São Paulo afirmou que está proibido levar para a manifestação armas de fogo e qualquer outro tipo de armamento à manifestação.

Segundo o coronel Alexandre Cesar Prates, comandante do A/M-1, área central da capital paulista, todos os manifestantes que comparecerem à avenida Paulista serão revistados antes de entrar no local.

"Não poderão estar portando armas, bastões, soco inglês ou qualquer coisa que possa atentar contra os direitos de qualquer pessoa. A responsabilidade da segurança dos manifestantes é dos senhores", alertou o oficial.

"Ao chegarem nos locais das manifestações, todos serão fiscalizados. Bolsas e coisas afins. Proibido qualquer material que atente contra a segurança dos manifestantes e das pessoas que estão no entorno", completou o coronel.

Questionado pelo UOL se a regra valeria para policiais militares e agentes da segurança pública que, em folga, compareçam ao ato, o oficial confirmou. "A regra vale para todos. Não está permitido armamento", disse.

Há o receio das autoridades com o fato de policiais militares da reserva ou em folga, com autorização para porte de arma, estarem presentes na manifestação a favor de Bolsonaro. Nas redes sociais, PMs se organizam para comparecer à manifestação.

O próprio governador de São Paulo, João Doria (PSDB), ressaltou que a situação é "gravíssima" em reunião com outros governadores.

Hoje, grupos de apoio ao presidente e movimentos sociais de esquerda se reuniram com a PM, na sede do A/M-1 (Comando de Policiamento de Área Metropolitano 1), no centro da capital, para revisar regras de segurança para os atos e se comprometer a não incentivar confronto entre os grupos antagônicos.

Ao final da reunião, coronel Prates pediu que os organizadores, contra e a favor do presidente, não estimulem as pessoas presentes ao confronto.

"Cuidado com as palavras que falarão nas manifestações. Vocês são responsáveis pelo movimento das pessoas que estão lá. Qualquer palavra que interpretada de forma errada... Vocês são responsáveis pelo movimento e podem ocasionar um grande acidente envolvendo todas as pessoas", concluiu.

No próximo dia 7, em que se comemora o dia da Independência do Brasil, apoiadores do presidente se manifestarão na Paulista, e os movimentos sociais contrários ao presidente, no vale do Anhangabaú, na região central de São Paulo.

A distância entre os dois atos será de cerca de 4 km. A segurança dos dois atos preocupa o governo de São Paulo, que terá de mover policiamento para os dois locais.

O fato de dois atos contrários acontecerem no mesmo dia e em horário próximo causou imbróglio na semana ada. O governo de São Paulo se posicionou contrário à realização do ato contra Bolsonaro no mesmo dia e pediu que manifestantes se juntassem a outros movimentos contrários ao mandatário no dia 12 de setembro, o que foi negado pelos líderes.

O caso foi parar na justiça. Ontem, o juiz Randolfo Ferraz de Campos vetou que os dois atos aconteçam no mesmo local, mas ressaltou: "Já para local distinto, em respeito à regra constitucional, não há vedação possível, tanto por este Juízo como por qualquer outro órgão público (ou mesmo por particulares)".